segunda-feira, 14 de novembro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Pensamento
Pensamento para o Dia 19/10/2011
“A verdadeira devoção não está vinculada a rituais ou procedimentos estabelecidos. A Gita menciona várias oferendas como patram (folha), pushpam (flor), phalam (fruta) e toyam (água). Essas palavras não devem ser aceitas literalmente. O corpo humano é a folha que deve ser oferecida ao Senhor. Como a folha da árvore, o corpo um dia também morre e se decompõe; ninguém pode dizer quando isso vai acontecer. Antes que tal sorte aconteça, o corpo em sua plenitude, frescor e pureza deveria ser oferecido ao Senhor. A flor do seu coração é o que mais agrada ao Senhor e não aquelas compradas no mercado, que murcham em poucas horas. A flor do coração, que é totalmente pura, embebida em amor e perfeita não definha facilmente. E qual fruto agradaria a Deus? Ele não está interessado em frutos que crescem em uma árvore; a mente é o fruto que deve ser oferecido ao Senhor. Por último, a água que o Senhor quer de você é o fluxo de lágrimas de contentamento quando seu coração está cheio de amor por Ele. Essas são as oferendas que o Senhor espera quando você O adora.”
Sathya Sai Baba
sábado, 15 de outubro de 2011
Vedas
Ka˜ha Upaniad: há vida além da morte?
Tradução e apresentação por Pedro Kupfer.
Canto 1
O SER IMORTAL NÃO PODE SER CONHECIDO ATRAVÉS DOS SENTIDOS.
[Disse Yama:] “O auto-existente (svayambh™), atravessou as aberturas [dos sentidos] em direção ao exterior. Por essa razão, o homem olha para fora, ao invés de procurar dentro de si (antaratman). Um homem sábio, buscando a imortalidade, retraiu seus sentidos do mundo externo, sempre mutante. Olhando para o interior, contemplou face a face o Ser imortal”.
“As pessoas com mentalidade infantil perseguem os prazeres efêmeros, só para cair nas redes da morte. No entanto, os sábios, sabendo que o Ser é imortal, não procuram por ele no mundo das coisas finitas“.
“Aquele através do qual experienciam-se a forma, o gosto, o olfato, a audição, o toque e a união carnal, é o Ser. Pode existir algo desconhecido para Aquele que é o Uno no Todo? Aquele que conhece o Uno, conhece o Todo“.
“Aquele através do qual experienciam-se os estados da vigília e do sono é o Ser. Para o sábio, perceber o Ser Onipresente como a própria consciência é ir além do sofrimento“.
O SER IMORTAL É UNO COM A ALMA INDIVIDUAL E TODA A CRIAÇÃO.
“Aquele que conhece este Ser como o desfrutador do mel obtido das flores dos sentidos, presente no interior e senhor do tempo, está além do medo. Este, realmente, é Aquele [que estás buscando]“.
“Aquele nascido antes que a austeridade (tapas), nasceu igualmente antes que as águas. Aquele que entrou no lugar secreto [do coração] e olhou através dos seres, realmente, é Aquele [que estás buscando]“.
“Aditi, a alma dos deuses que surje junto com a vida, havendo entrado no lugar secreto [do coração], e havendo nascido com os seres, realmente, é Aquele [que estás buscando]“.
“Agni, o Fogo Onisciente, oculto na lenha como o embrião no ventre da mãe, deve ser adorado com oferendas pelos homens de bem pois este, realmente, é Aquele [que estás buscando]“.
“Aquele que é a fonte do Sol e de todos os poderes do Universo, além do qual nada há, realmente, é Aquele [que estás buscando]“.
“O que está aqui, está lá; o que está lá, está igualmente aqui. De morte em morte vagueia aquele que vê algo diferente disto“.
“Apenas a mente unidirecionada é capaz de perceber a Unidade. Nada existe além do Ser. De morte em morte vagueia aquele que vê algo diferente disto“.
O SER ETERNO É O ALICERCE DE TODOS OS SERES.
O Ser, menor que o dedo polegar, reside no centro do coração. Senhor do que foi e do que será, ele é o mesmo, hoje e amanhã. Este, realmente, é Aquele [que estás buscando]“.
“O Ser, menor que o dedo polegar, brilha como uma chama sem fumaça. Senhor do que foi e do que será, ele é o mesmo, hoje e amanhã. Este, realmente, é Aquele [que estás buscando]“.
“Assim como a chuva que desce as ladeiras da montanha, aqueles que percebem apenas a multiplicidade aparente da vida, dispersam-se correndo atrás dos objetos efêmeros“.
“Assim como água pura jorrada sobre água pura tornam-se uma só, da mesma forma, ó Gautama, o ser individual do sábio silencioso (muni) torna-se uma coisa só com o Ser Infinito“.
Aqui conclui-se o primeiro canto da segunda parte da Ka˜ha Upani_ad.
Canto 2
A ALMA DO UNIVERSO É A ALMA DO INDIVÍDUO.
[Disse Yama: ] “O governante da cidade de onze portas é o Ser, cuja luz brilha por sempre. Deixam o sofrimento para trás e são libertados do ciclo de mortes e nascimentos aqueles que meditam no Ser. Este, realmente, é Aquele [que estás buscando]“.
”O Ser é o sol que brilha no céu, o vento que sopra no espaço, o fogo no altar e o hóspede no lar. Ele vive nos seres humanos, nos deuses, na verdade e no vasto firmamento. Ele está no peixe nascido das águas, na planta que cresce na terra, no rio que flui desde a montanha”.
”Aquele que está no coração reina sobre o alento vital. Ante ele, todos os deuses [os sentidos] se inclinam”.
”Quando o habitante do corpo liberta-se das correntes da carne, quem permanece? Este, realmente, é Aquele [que estás buscando]“.
“Não vivemos pelo alento que flui para dentro ou para fora. Vivemos por causa daquele que faz com que o alento vital flua”.
”Agora, ó Gautama, falar-te-ei do Brahman, eterno e invisível, que está presente no Ser, mesmo além da morte”.
”Alguns entram num ventre e encarnam [como animais ou humanos], enquanto que outros permanecem estacionários, [encarnando como vegetais,] conforme é determinado por suas próprias ações e conhecimento”.
”Puru&a, o Ser perfeito, permanece desperto no sono e inspira os incessantes desejos do sonho. Chama-se Brahman, o Imortal. Alicerce dos mundos, nada é diferente dele. Este, realmente, é Aquele [que estás buscando]“.
”Assim como o fogo, sendo único, assume diversas formas ao consumir diversos objetos, da mesma forma o Ser assume as formas de todas as criaturas, nas quais está presente”.
“Assim como o ar, sendo único, assume diversas formas ao abraçar diversos objetos, da mesma forma o Ser assume as formas de todas as criaturas, nas quais está presente”.
”Assim como o sol, que é o olho do céu, não é manchado pelo defeito em nossos próprios olhos ou pelos objetos que ele ilumina, da mesma forma o Ser, vivendo nos corações de todos, permanece intocado pelos males do mundo, pois tudo transcende”.
A BEM-AVENTURANÇA DE RECONHECER O SER INFINITO COMO A PRÓPRIA ALMA.
“O Ser, presente em todos os seres, multiplica sua própria Unidade. A felicidade eterna acompanha àqueles que percebem o Ser em seus próprios corações. A mais ninguém Ele se revela!”
“Imutável em meio ao que perece, Pura Consciência no coração dos sábios, o Único atende as preces de muitos. A paz eterna é daqueles que percebem o Ser em seus próprios corações. A mais ninguém Ele se revela!”
[Perguntou Nachiketas:] “Como posso conhecer àquele Ser, supremo e bem-aventurado, conhecido pelos sábios? É Ele a Luz, ou Ele reflete a Luz?”
[Respondeu a Morte:] “Não brilha o sol, nem a lua ou as estrelas, nem o raio nem o trovão, nem o fogo sobre a terra, sem a preença do Ser. O Ser é a luz por todos refletida. Quando ele brilha, tudo brilha”.
Aqui conclui-se o segundo canto da segunda parte da Ka˜ha Upani_ad.
Canto 3
A ÁRVORE CÓSMICA QUE EMANA DE BRAHMAN.
“A Árvore da Eternidade (A[vattha), cujas raízes crescem para o céu e cujos ramos crescem para baixo, é o puro, é Brahman, é o que se chama Não-Morte. Todos os mundos derivam Dele, que por ninguém pode ser transcendido. Este, realmente, é Aquele [que estás buscando]“.
O GRANDE MEDO.
“O Cosmos deriva de Brahman e nele se move. Seu poder reverbera, como um trovão no céu. Aqueles que o realizam, libertam-se da morte”.
“Por medo do Ser, o fogo queima. Por medo do Ser, o sol aquece. Por medo do Ser, a chuva cai e o vento sopra. Por medo do Ser, a morte mata”.
GRAUS DE PERCEPÇÃO DA ALMA.
“Se a pessoa falhar na tarefa da realização suprema nesta vida antes que o corpo se desintegre, ela deve retornar ao mundo encarnada num novo corpo”.
“Brahman pode ser visto, como num espelho, num coração puro. No mundo dos ancestrais, como um sonho. No mundo dos elementais, como círculos na água. Como a claridade da luz, no mundo de Brahman”.
“Sabendo que os sentidos estão separados do Ser, e sabendo que as experiências deles advindas são impermanentes, o sábio não se aflige”.
“Além dos sentidos está a mente. Além da mente está a razão. Além dela está a individualidade. Além da individualidade está a Causa não manifestada”.
”Além da Causa não manifestada está Brahman, onipresente e sem atributos. Aquele que percebe isto liberta-se do ciclo dos nascimentos e mortes”.
”Ele não tem forma e não pode ser visto com estes olhos. Porém, revela-se no coração purificado pela prática da meditação e o controle sensorial. Aquele que percebe isto liberta-se do ciclo dos nascimentos e mortes”.
O YOGA COMO VEÍCULO PARA A AUTO-REALIZAÇÃO.
“Quando os cinco sentidos e a mente estão parados, e a própria razão descansa em silêncio, começa o caminho supremo”.
“Esta firmeza calma dos sentidos chama-se Yoga. Mas deve-se estar atento, pois o Yoga vem e vai.”
“O estado unitivo não pode ser alcançado através de palavra, pensamento ou testemunho. Como pode Brahman ser alcançado, exceto por aquele que o percebe em si próprio?”.
“Há dois seres: o ego separado e o atman indivisível. Quando nos elevamos acima das noções de eu, mim e meu, o štman revela-se como nossa natureza real”.
A RENÚNCIA COMO MEIO DE SUPERAR O ESTADO CONDICIONADO.
“Quando renuncia aos desejos que surgem do coração, o mortal torna-se imortal”.
“Desfazendo os nós que estrangulam do coração, o mortal torna-se imortal. Essa é a síntese dos ensinamentos das escrituras”.
A TRANSIÇÃO DA ALMA DO ESTADO CONDICIONADO PARA A EMANCIPAÇÃO.
“A partir do coração, surgem os cento e um caminhos (na'…s) da força vital. Um deles conduz ao topo da cabeça. Esse caminho conduz à imortalidade. Os outros, à morte”.
“Puru&a, menor que o dedo polegar, repousa eternamente no coração de todos. Distingueo do corpo físico, como o caule que surge do junco. Conhece a ti mesmo como o Ser Puro e Imortal! Conhece a ti mesmo como o Ser Puro e Imortal!”
Assim, Nachiketas aprendeu de Yama, o Senhor da Morte, a disciplina realizadora da meditação. Libertando-se de toda separação, conquistou a imortalidade de Brahman.
Abençoados aqueles que conhecem o Ser!
INVOCAÇÃO DA PAZ.
Ó Deuses! Que possamos ouvir o que é auspicioso. Que nós, capazes de meditar (sobre o que escutamos), possamos ver com nossos olhos o que é auspicioso. Que saibamos exaltar o Senhor com eloqüência e com os órgãos dos sentidos controlados. Que possamos viver a vida com Sua benção. Que Indra, o visível, nos abençoe. Que o Sol onisciente nos abençoe.
Que Bihaspati (o guru) nos abençoe. Oˆ. Paz, paz, paz. Oˆ. Verdade suprema absoluta.
Aqui conclui-se o terceiro canto da segunda parte da Ka˜ha Upani_ad.
BOLINHO DE LENTILHA:
BOLINHO DE LENTILHA:
1º PASSO: COLOCAR DE MOLHO 250G DE LENTILHA DE UMA DIA PARA O OUTRO NA GELADEIRA, DEPOIS DE ESCOLHIDA E LAVADA. ELA VAI INCHAR E AMOLECER.
2º PASSO: DESPREZE A ÁGUA E COLOQUE OS GRÃOS NO LIQUIDIFICADOR COM UM DENTE DE ALHO, MEIA CEBOLA PEQUENA, UMA COLHER DE SOPA RASA DE GENGIBRE RALADO E SAL A GOSTO. LIGUE NO PULSAR E VÁ AUXILIANDO COM UMA COLHER, NÃO PRECISA LIQUIDIFICAR TOTALMENTE, OU SEJA, VAI FICAR APARECENDO ALGUNS GRÃOS INTEIROS.
3º PASSO: FRITE NO ÓLEO QUENTE ÀS COLHERADAS.
OBS: A QUANTIDADE DOS INGREDIENTES, COM EXCEÇÃO DA LENTILHA PODEM VARIAR DE ACORDO COM O GOSTO DE CADA PESSOA. PODE-SE ATÉ ACRESCENTAR OUTROS INGREDIENTES COMO CHEIRO VERDE, PIMENTA...
1º PASSO: COLOCAR DE MOLHO 250G DE LENTILHA DE UMA DIA PARA O OUTRO NA GELADEIRA, DEPOIS DE ESCOLHIDA E LAVADA. ELA VAI INCHAR E AMOLECER.
2º PASSO: DESPREZE A ÁGUA E COLOQUE OS GRÃOS NO LIQUIDIFICADOR COM UM DENTE DE ALHO, MEIA CEBOLA PEQUENA, UMA COLHER DE SOPA RASA DE GENGIBRE RALADO E SAL A GOSTO. LIGUE NO PULSAR E VÁ AUXILIANDO COM UMA COLHER, NÃO PRECISA LIQUIDIFICAR TOTALMENTE, OU SEJA, VAI FICAR APARECENDO ALGUNS GRÃOS INTEIROS.
3º PASSO: FRITE NO ÓLEO QUENTE ÀS COLHERADAS.
OBS: A QUANTIDADE DOS INGREDIENTES, COM EXCEÇÃO DA LENTILHA PODEM VARIAR DE ACORDO COM O GOSTO DE CADA PESSOA. PODE-SE ATÉ ACRESCENTAR OUTROS INGREDIENTES COMO CHEIRO VERDE, PIMENTA...
TAPIOCA
TAPIOCA:
1º PASSO: COLOCAR A MASSA DA TAPIOCAEM UMA TRAVESSA GRANDE E DILUIR EM ÁGUA. DEIXAR NA GELADEIRA
PARA DECANTAR. DEPOIS DA DECANTAÇÃO, JOGAR A ÁGUA FORA.
2º PASSO: REPETIR ESSA OPERAÇÃO MAIS UMA OU DUAS VEZES (A SEU CRITÉRIO)
3º PASSO: RETIRAR TODA ÁGUA DA TRAVESSA ( A MASSA IRÁ FICAR NO FUNDO DA TRAVESSA) E COLOQUE UM PANO DE PRATO SOBRE A MASSA, PARA RETIRAR O EXCESSO DE ÁGUA, POR MAIS OU MENOS 10 MINUTOS. ENTÃO PEGUE UMA PENEIRA E, PACIENTEMENTE, PASSE OS TORRÕES NA PENEIRA. ENTÃO A MASSA ESTARÁ PRONTA.
4º PASSO: SALGUE A MASSA RALADA A GOSTO.
5º PASSO: NUMA FRIGIDEIRA, ESPALHE A MASSA,EM FOGO MÉDIO , E VÁ JUNTANDO E ESPALHANDO A MASSA ATÉ OBTER UMA LIGA, VAI FICAR COMO UMA PANQUECA, VIRE-A DE MANEIRA QUE O COZIMENTO SE PROCESSE POR IGUAL, DE MANEIRA QUE ELA VAI FICANDO UM POUCO TRANSPARENTE E AGORA, COLOQUE A MANTEIGA, QUEIJO, COCO A GOSTO E DOBRE COMO UM PASTEL.
OBS: SE QUISER, DEPOIS DE PRONTA ELA PODE SER BANHANDAEM LEITE DE COCO DILUÍDO EM ÁGUA COM UM POUCO DE AÇÚCAR.
6º PASSO: A MASSA DEVE SER CONSERVADA NA GELADEIRA.
1º PASSO: COLOCAR A MASSA DA TAPIOCA
PARA DECANTAR. DEPOIS DA DECANTAÇÃO, JOGAR A ÁGUA FORA.
2º PASSO: REPETIR ESSA OPERAÇÃO MAIS UMA OU DUAS VEZES (A SEU CRITÉRIO)
3º PASSO: RETIRAR TODA ÁGUA DA TRAVESSA ( A MASSA IRÁ FICAR NO FUNDO DA TRAVESSA) E COLOQUE UM PANO DE PRATO SOBRE A MASSA, PARA RETIRAR O EXCESSO DE ÁGUA, POR MAIS OU MENOS 10 MINUTOS. ENTÃO PEGUE UMA PENEIRA E, PACIENTEMENTE, PASSE OS TORRÕES NA PENEIRA. ENTÃO A MASSA ESTARÁ PRONTA.
4º PASSO: SALGUE A MASSA RALADA A GOSTO.
5º PASSO: NUMA FRIGIDEIRA, ESPALHE A MASSA,
OBS: SE QUISER, DEPOIS DE PRONTA ELA PODE SER BANHANDA
6º PASSO: A MASSA DEVE SER CONSERVADA NA GELADEIRA.
Pão integral nutritivo:
Pão integral nutritivo:
2 copos de farelo de trigo
1 e 1/2 copo de açúcar mascavo
1 e 1/2 copo de óleo
2 colheres de sobremesa de sal
5 copos de água morna
3 envelopes de fermento Fleschman (ou duas colheres de fermento fresco)
Coloque o fermento, o açúcar, um copo de água morna, um pouquinho de farinha.
Deixe crescendo enquanto prepara a massa (esponja).
Em seguida, coloque todos os engredientes juntos em uma bacia:
o resto da água morna,
1 copo de linhaça
1 copo de aveia em flocos
1 copo de castanhas (caju,
1 copo de aveia em flocos (média)
Misture tudo, inclusive o fermento que estava crescendo,e vá colocando farinha até dar o ponto de pão, e coloque nas formas (pela metade) e deixe crescer.
Obs.: o volume da massa dobra quando cresce.
Pão de queijo sem ovos com inhame
Pão de queijo sem ovos com inhame
Ingredientes:
1 K de polvilho azedo
4 inhames ou batata
½ copo de óleo
400g queijo curado
150g queijo forte (provolone)
sal a gosto
leite para dar ponto
Modo de fazer:
Cozinhar o inhame e fazer um purê. Misture todos ingredientes e leve ao forno para assar.
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Dessa receita acima, fui fazendo mudanças, hoje faço assim: (Fiz muito tempo com o provolone, agora tenho feito com tofu).
Receita que faço aqui em casa:
3 copos de polvilho
1 copo de óleo não muito cheio
1 copo de leite (soja ou água)
(ferve os dois e escalda o polviho)
1 prato de queijo ou tofú amassado ( não muito cheio)
3 inhames amassados ( grande)
sal e orégano a gosto
Receita Berinjela
Berinjela
A panela com o fogo ligado.
Vai colocando para refogar:
azeite ou óleo,
alho picado,
cebola picada,
berinjela (cortada em cubos e passada numa água com vinagre para não ficar escura, escorrer bem),
pimentão (vermelho e amarelo, picados em cubos),
pimenta, sal, salsa e cebolinha à gosto,
uva passa sem caroço.
Sempre mexendo para não queimar, assim que a berinjela estiver cozida já está pronto.
Abençoe e bom apetite.
Mantra Saraswati mahalakshmi durga devi namaha
Mantra Saraswati mahalakshmi durga devi namaha
Durga foi criada como uma deusa guerreira para combater um demônio(ignorância)...
Lakshmi ou Laxmi é uma divindade do hinduísmo, esposa do deus Vishnu, o sustentador do universo na religião hindu. É personificação da beleza, da fartura, da generosidade e principalmente da riqueza e da fortuna. A deusa é sempre invocada para amor, fartura, riqueza e poder. É o principal símbolo da potência feminina, sendo reconhecida por sua eterna juventude e formosura.
Pode ser vista sentada sobre uma flor de lótus, ou segurando flores de lótus nas mãos, e um cântaro que jorra moedas de ouro.
Mantra Significado
Mantra (do sânscrito Man mente e Tra controle) é uma sílaba ou poema religioso normalmente em sânscrito. Os mantras originaram do hinduísmo, porém são utilizados também no budismo e jainismo.
“Cantar os santos nomes de Deus é o melhor método para servir a Deus e satisfazer a nós mesmos. Vida simples, pensamento elevado.”
"Quem canta o mantra seus males espanta!" Quanto mais cantarmos mais nos purificaremos!
Pensamento para o Dia 10/10/2011
“Siga sua consciência. Onde quer que vá e o que quer que faça, você pode pensar que ninguém está notando, mas Deus sabe, pois Ele está em seu coração. Pessoas se preocupam com coisas mesquinhas e temporárias, que são como nuvens passageiras, e vacilam em sua fé e devoção. Isso não é correto. Você nunca deve abandonar a devoção. Seu bom trabalho vai gerar a graça de Deus, sem falhar. Pecado ou mérito vem somente de suas próprias ações, não de fora. Se você passa seu tempo pensando em Deus e cantando Seu nome, você nunca será prejudicado. Siga o ditado: Sathyam vada, Dharmam chara (fale a verdade, pratique a retidão) e você está fadado a ser bem sucedido sempre. A Verdade é comum a todos os países e a todo momento. Se você seguir a verdade, que na realidade é Deus, você invariavelmente realizará apenas atos de justiça. O amor divino fluirá para você e garantirá que sempre estará fazendo um trabalho sagrado.”
Sathya Sai Baba
domingo, 9 de outubro de 2011
Livros
Livros
Estudo sobre Yoga – Hilton Mendes
Como Tornar-se Yogue - Abhedananda, Swami.
Livro - Autoperfeição Com Hatha Yoga - José Hermógenes
A India Secreta - Paul Brunton
Raja Yoga Aforismos do Yoga - Claudio Duarte
YOGA-SUTRAS, de Patânjali.
Manual de Yoga Georg Feuerstein
karma Yoga Swami Vivekananda
Hatha Yoga Pradipika Pedro Kupfer
HTTP://www.yoga.pro.br/artigos.asp?artld=304
Os Loucos de Deus, de Patrick Ravignant
Perólas do Avatar
Mestre Ramakrishna
Mestre Ramakrishna
Devoto da Deusa mãe
Ramakrishna começou a vida religiosa como devoto da Deusa Mãe, a Grande Mãe indiana Kali ou Durga, celebrada num grande festival ou Pudja [1] Quando Gadadhar começou a adorar a divindade Bhavatarini questionava se estava adorando um pedaço de pedra ou uma deusa. Se ele estava adorando um ser vivo, por que ela não respondia à sua adoração? Esta questão o perturbava dia e noite. Então, ele começou a rezar para Kali: "Mãe, você deu tantas dádivas aos seus devotos no passado e se revelou a eles. Por que não quer se revelar a mim também? Eu não sou também seu filho?"
Ele era conhecido por chorar de forma encarniçada e às vezes ruidosamente enquanto a adorava. Em uma noite, ele foi para um floresta próxima e passou toda a noite rezando. Um dia, diz a lenda, que ele estava tão impaciente para ver mãe Kali que decidiu terminar com a sua vida. com este intuito, ele pegou uma espada que ficava pendurada na parede e ia usá-la contra si mesmo quando viu uma luz em forma de ondas saindo da imagem da deusa, e foi envolvido por estas ondas caindo no chão inconsciente.
Gadadhar, insaciável, rezou ainda mais para a Mãe Kali para poder experimentar outras experiências religiosas. Ele queria sobretudo conhecer o que as outras religiões ensinavam de verdadeiro. Estranhamente, este professores vieram a ele quando foi necessário e ele disse-lhes que alcançar a meta final das outras religiões era fácil. Assim, rapidamente ele ficou conhecido e pessoas de todos os locais e posições começaram à vir ao seu encontro.
Ensinamentos
Ramakrishna enfatizava que a realização divina era a meta suprema de todos os seres vivos. Por conseguinte, para ele a religião servia como meio para atingir esta meta. A realização mística de Ramakrishna, classificada pela tradição Hindu como nirvikalpa samadhi (literalmente, "meditação constante", através da absorção de tudo ao seu redor inconsciência), levou-o a acreditar que as várias religiões são caminhos para alcançar o Absoluto, e que a definitiva realidade nunca poderia ser expressa em termos humanos. Isto estava de acordo com o que declara o Rigveda: "A verdade é unica mas os sábios a chamam por diversos nomes." Como resultado desta opinião, Ramakrishna passou períodos inteiros da sua vida praticando de acordo com seu entendimento o Islã, o Cristianismo, vários tipos de Yoga e seitas Tântricas dentro do Hinduísmo.
Vivekananda e a Matemática de Ramakrishna
Vivekananda, o mais ilustre discípulo de Ramakrishna, é considerado por alguns como seu mais importante sucessor
Citações:
"O conhecimento leva a união. A ignorância, a desunião."
"O homem se torna o que ele pensa."
"O número de opiniões equivale ao número de caminhos
Mestre Lahiri
Mestre Lahiri
Shyama Charan Lahiri (30 de setembro de 1828 — 26 de setembro de 1895) foi um grande iogue indiano e o guru de Sri Yukteswar Giri. Mahasaya é um título religioso em sânscrito que significa 'grande alma'.
Ele destacou-se entre os homens indianos sagrados por ter sido um chefe de família. Lahiri viveu com sua família em Varanasi, ao invés de morar num templo ou monastério distante da vida familiar. Mesmo assim, alcançou uma reputação substancial entre os religiosos do século XIX.
Paramahansa Yogananda conta muitas histórias sobre Lahiri Mahasaya em seu livro Autobiografia de um Iogue. Ele foi um funcionário de escritório até cerca dos trinta anos de idade, quando conheceu seu guru, Mahavatar Babaji. Lahiri foi escolhido por seu lendário guru para reintroduzir a prática perdida da Kriya Yoga para o mundo moderno. Os discípulos de Lahiri incluem os pais de Yogananada e seu próprio guru, Sri Yukteswar. Lahiri Mahasaya profetizou que o jovem Yogananda seria um grande yogue.
"Sempre se lembre de que você não pertence a ninguém e ninguém lhe pertence. Reflita que algum dia você terá que, de repente, abandonar a tudo neste mundo. Assim, trave agora conhecimento com Deus. Prepare-se agora para a futura viagem astral da morte viajando diariamente no balão da pecepção de Deus. Pela ilusão você se percebe como um amontoado de carne e ossos, que, na melhor hipótese, é um ninho de problemas. Medite incessantemente que você possa rapidamente se saber sendo a Essência Infinita, livre de qualquer forma de miséria. Deixe de ser prisioneiro do corpo. Usando a chave secreta da Krya, aprenda a fugir para o Espírito."[1]
Os pais de Yogananda, assim como seu proprio guru Sri Sri Yukteswar, foram discipulos de Lahiri Mahasaya.
Lahiri Mahasaya (nome completo: Shyama Charan Lahiri) tornou-se conhecido mundialmente pelos que procuram a verdade através do famoso livro de Paramahamsa Yogananda "Autobiografia de um Yogi", o qual foi traduzido em muitos idiomas.
“É necessário que se compreenda bem, desde o início, que a auto-realização não é auto-promoção, que a auto-descoberta não é auto-obsessão e que o auto-crescimento não é o crescimento do egoísmo. Nesse momento, o Kriya Yoga destrói a consciência separativa (a qual nos separa da verdadeira qualidade da vida) que é gerada pelo centro do ego. Então, o “eu” permanece, apenas, como um ponto de referência, sem as compulsões de acumulação e de aquisição, sem o perseguir do poder, do lucro e do prazer; sem os condicionamentos, a soberba e a confusão.”
Mestre Râmana Mahârshi
Mestre Râmana Mahârshi
A expressão "auto-realização", nos diz Ramana Maharshi, é apenas um eufemismo para "remoção da ignorância". Nada há para ser adquirido; há, apenas, ignorância a ser removida. Somos a própria vida, o Ser Infinito, a fonte de todas as coisas.
Afirma-se que, no momentoem que Sri Ramana faleceu, um magnífico astro, majestosa e lentamente, cruzou os céus da Índia, sendo visto em grande parte do país por inúmeras pessoas, que espontaneamente compreenderam o evento que ele anunciava.
Bhagavan Sri Râmana Mahârshi (30 de dezembro de 1878 — 14 de abril de 1950), mestre de Advaita Vedanta e homem santo do sul da Índia. Considerado um dos maiores sábios de todos os tempos, tornou-se conhecido no Ocidente especialmente através do livro "A Índia Secreta", do jornalista e escritor inglês Paul Brunton, que retratou os ensinamentos de Ramana, transmitidos, na maioria das vezes, em silêncio absoluto aos seus discípulos. Outro autor famoso que deu destaque à Ramana Maharshi foi Paramahansa Yogananda, na Autobiografia de um Iogue, ao visitá-lo durante seu regresso à India em 1935. Outro famoso espiritualista que foi ao ashrama receber o darshan de Ramana foi Mahatma Ghandi, em busca de apoio para seu movimento de libertação da Índia.
Sua presença, que irradiava uma grande paz, tornando fácil e natural a convivência na comunidade, inclusive com os animais selvagens que habitavam a montanha, atraiu milhares de pessoas a Arunachala. A essência dos seus ensinamentos é o "Vichara"(self-enquiry), ou investigação direta, interior, por meio dos questionamentos: "Quem sou eu?" e "De onde surge o pensamento 'eu'?", para a descoberta da "Verdade, Paz ou Bem-Aventurança, a nossa real natureza". "Descoberta" no sentido literal de "retirar o que cobre", os conceitos. Em vários momentos, Ramana nos alerta que não se trata de mero questionamento verbal, mecânico, mas de trazer sempre ao foco da atenção, por meio desse questionamento, a sensação do "eu sou", que é a única coisa real, visto que todas as outras coisas mudam e passam, são transitórias, enquanto esta consciência do eu permanece. Tal questionamento faz com que a atenção se volte para o estado natural que ultrapassa o conhecimento, levando à percepção da inevitável limitação de todos os conceitos, o que faz com que, gradualmente, definhem e percam sua tirania sobre a mente, deixando de se sobrepor "àquilo que verdadeiramente é". Para o ocidente, tal sobreposição é o verdadeiro conhecimento ["episteme", epi (sobre) + histanai (por, colocar): sobrepor]. Para a Vedanta, tanto a opinião quanto a "episteme" impedem o descobrimento "daquilo que é". A alegoria da caverna, baseada no estudo hindu da "maya" (literalmente "medir", "avaliar"), se refere a essa limitação: a idéia é diferente daquilo que verdadeiramente "é". É preciso ultrapassar a limitação dos conceitos, das idéias, das imagens, das representações. Sair da prisão da ignorância, representada pela caverna, para o espaço infinito da bem-aventurança. A própria alegoria não é bem compreendida no suposto "mundo ocidental". Tomar o resultado da avaliação como verdade é tomar as sombras pela coisa em si, e, por conseguinte, viver na ilusão. A ignorância basilar é a que existe com relação ao "eu". Julgo conhecer-me por meio de uma representação. Desconhecendo quem é o conhecedor, busco conhecer o universo, os seres vivos, os objetos. Deles também construo representações. A representação que construo a respeito de mim mesmo, que é sempre incompleta, e com a qual me identifico, busca, em vão, completar-se por meio de conhecimentos, sensações, posses, prestígio. Nessa busca, ela tem continuidade, com a inseparável sensação de incompletude e, portanto, de sofrimento. Quem sou eu? Uma vez que a representação que crio a respeito de mim mesmo não sou eu - quem sou eu? Quem está fazendo essa pergunta? A resposta não pode ser mental, intelectual, pois constituir-se-ia em uma outra representação. Para a Vedanta pois - sem a negação da óbvia necessidade, em seu campo próprio, do conhecimento relativo - o verdadeiro conhecimento implica a não interferência dos conceitos, das teorias, seja a respeito do mundo e das coisas, seja a respeito de si mesmo, do estado que ultrapassa o pensamento. Havendo um grande descontentamento em relação a tudo o que é incompleto, havendo a necessidade e a urgência da descoberta, o próprio exame e compreensão de todo o quadro, a investigação sobre o "eu" e a origem do "eu", levam à não-interferência dos conceitos - porque se compreende sua limitação, o que provoca o seu definhar - e à quietude mental. A própria investigação sobre o 'eu' e sua origem, ao final, mergulham na quietude. "Aquieta-te e sabe que Eu Sou Deus". "Eu Sou esse Eu Sou". Nesse estado de silêncio vivo, desperto, o conhecedor, o conhecimento e o objeto do conhecimento, qualquer que seja ele, são um só. Só há separação no mundo das representações, das construções mentais, no mundo "daquilo que não é". Nesse sentido, conhecer a verdade acerca de si mesmo é conhecer a verdade acerca de todos os seres e de todas as coisas. Conhecer a verdade acerca de si mesmo é ser essa verdade, já que não somos dois, um para conhecer o outro. Cada um é a própria Verdade absoluta; ou Deus, para usar uma outra palavra.
Afirma-se que, no momento
Mantra Brahmarpanam (para purificação do alimento)
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